Criado por Antonio Luiz Macêdo em 3 de Junho de 2013, dia dos Santos Carlos Lwanga e companheiros

Criado por Antonio Luiz Macêdo em 3 de Junho de  2013, dia dos Santos Carlos Lwanga e companheiros
Criado por Antonio Luiz Macêdo em 3 de Junho de 2013, dia dos Santos Carlos Lwanga e companheiros

sábado, 20 de setembro de 2014

TORPEDO 1286



“Queridos jovens, escutai dentro de vós! Cristo bate à porta do vosso coração”.

Tuíte em 20.09.2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

TORPEDO 1285



“A ressurreição será o fim, para nos saciarmos com a visão do Senhor. A identidade cristã é um caminho onde se encontra o Senhor; como os dois discípulos que “estiveram com o Senhor” toda aquela tarde, também toda nossa vida é chamada a estar com o Senhor para – finalmente , depois da voz do Arcanjo, depois do som da trombeta – permanecer, estar com o Senhor”.

Homilia em 19.09.2014



TORPEDO 1284



“Este é o futuro que nos espera e isto é o fato que nos leva a fazer tanta resistência: resistência à transformação do nosso corpo. Também, resistência à identidade cristã; Direi mais: talvez não tenhamos tanto pavor do Maligno do Apocalipse, do Anticristo que deve vir primeiro; talvez não tenhamos tanto pavor. Talvez não tenhamos tanto pavor da voz do Arcanjo ou do som da tromba: mas, será a vitória do Senhor. Mas pavor de nossa ressurreição: todos seremos transformados. Será o fim de nosso percurso cristão, essa transformação”.

Homilia em 19.09.2014

TORPEDO 1283




“É mais fácil pensar em um panteísmo cósmico”. Isto porque “ há a resistência a sermos transformados, que é a palavra que usa Paulo: ‘Vamos ser transformados. Nosso corpo será transformado’”. “Quando um homem ou uma mulher deve se submeter a uma cirurgia tem muito medo porque ou irão tirar algo ou colocar algo ... Vai ser transformado, por assim dizer. E reafirmou que “com a Ressurreição, todos nós seremos transformados”.

Homilia em 19.09.2014


TORPEDO 1282



“A ressurreição dos cristãos é um escândalo, não podem entendê-la. E é por isso que Paulo faz este raciocínio, raciocina assim, de modo claro: “Se Cristo ressuscitou, como podem dizer alguns entre vocês que não há ressurreição dos mortos? Se Cristo ressuscitou, também os mortos serão ressuscitados’. Há resistência à transformação, a resistência para que a obra do Espírito que recebemos no Batismo nos transforme até o final, à Ressurreição. E quando falamos disto, a nossa linguagem diz: ‘Mas, eu quero ir para o Céu, não quero ir para o inferno', mas paramos ali. Nenhum de nós diz: “Eu ressuscitarei como Cristo’: não. Também para nós é difícil entender isso”.

Homilia em 19.09.2014