terça-feira, 15 de julho de 2014

TORPEDO 1219



“Queridos jovens, não vos deixeis cair na mediocridade; a vida cristã está feita para grandes ideais”.

Tuíte em 15.07.2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014

TORPEDO 1218



"Não temais lançar-vos nos braços de Deus: por qualquer coisa que vos peça, há de recompensar-vos com o cêntuplo".

Tuíte em 10.07.2014

segunda-feira, 30 de junho de 2014

TORPEDO 1217



Hoje existem tantos mártires na Igreja, muitos cristãos perseguidos. Pensemos no Oriente Médio, nos cristãos que têm que fugir das perseguições, cristãos mortos por perseguidores; nos cristãos expulsos com luvas, de modo elegante: isto também é perseguição. Hoje existem mais testemunhas e mártires na Igreja do que nos primeiros séculos. E nesta missa, lembrando os nossos gloriosos antepassados daqui de Roma, pensemos também em nossos irmãos que vivem perseguidos, que sofrem e que com seu sangue fazem crescer a semente das Igrejas pequenas, que nascem. Rezemos por eles e também por nós”.

Homilia em 30.06.2014

TORPEDO 1216



Ouvimos o trecho do Evangelho, onde alguém diz ao Senhor querer segui-lo, mas com a condição de ir se despedir ou de enterrar o pai... o Senhor o detém: ‘não’. O testemunho não tem condições. Deve ser firme, decidido, com a linguagem de Jesus: sim ou não. Esta é a linguagem do testemunho”.

Homilia em 30.06.2014

TORPEDO 1215



Sabemos que não há crescimento sem o Espírito: é Ele que faz a Igreja, é Ele que faz a Igreja crescer, é Ele que convoca a comunidade da Igreja. Mas o testemunho dos cristãos é necessário, e quando as circunstâncias históricas requerem um testemunho forte, ali estão os mártires, as maiores testemunhas. E esta Igreja é ‘regada’ com o sangue dos mártires. É esta a beleza do martírio. Começa com o testemunho, dia após dia, e pode terminar como Jesus, o primeiro mártir, a primeira testemunha, a testemunha fiel: com o sangue”.

Homilia em 30.06.2014

sexta-feira, 27 de junho de 2014

TORPEDO 1214



“Quando nós chegamos, Ele está ali. Quando nós o procuramos, Ele nos procurou por primeiro. Ele está sempre diante de nós, nos espera para receber-nos no seu coração, no seu amor. E essas duas coisas podem nos ajudar a entender este mistério do amor de Deus para conosco. Para expressar-se, precisa da nossa pequenez, do nosso diminuir-se. E também precisa do nosso estupor quando o procuramos e o encontramos ali, que nos espera”.

Homilia em 27.06.2014